“Não me prendo a nada que me defina. Sou companhia, mas posso ser solidão. Tranquilidade e inconstância. Pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono! Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer…”

Clarice Lispector

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Viagem ao Rio Grande do Norte


Dilacera meu corpo
Campo de virgens sementes
Garganta de vãs palavras.

Dilacerado campo
Se mente as palavras
Vãs do meu corpo.

* Indo à Pipa-RN, a surpresa foi a III Festival Literário da Pipa, A Viagem da Literatura na Praia.

2 comentários:

Adriano César Curado disse...

Que ritmo gostoso tem esse seu poema. É uma viagem física e ao mesmo tempo mental. Adorei. Beijos.

Cyelle Carmem disse...

Que bom, Adriano.
A musicalidade sempre me acompanha.
Beijos