“Não me prendo a nada que me defina. Sou companhia, mas posso ser solidão. Tranquilidade e inconstância. Pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono! Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer…”

Clarice Lispector

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

VELHA INFÂNCIA

Quando eu morrer
Essa dor acaba.
Tomara Deus que assim seja...

Enquanto vivo
Sua cor não desbota
Aquarela da minha velha infância.